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Pix: funções Saque e Troco movimentam R$240 milhões, mas ainda tem baixa adesão

As funções do Pix que permitem Saque e Troco atingiram este volume em nove meses de existência, valor baixo em comparação ao total de transações do sistema.


O Pix, sistema de transferências gratuita e online do Banco Central (BC), veio para revolucionar o mercado financeiro e é um verdadeiro fenômeno no Brasil, com milhões de adesões em menos de dois anos de lançamento. Apesar do sucesso, nem todas as suas funcionalidades têm o mesmo bom desempenho. Atualmente, a ferramenta possui diferentes modalidades para facilitar a rotina das pessoas físicas e jurídicas, entre elas o Pix Saque e o Pix Troco, lançados em novembro de 2021. No Pix Saque, o usuário pode fazer saques em estabelecimentos que ofertam o serviço, como caixas eletrônicos e lojas. Com essa função, o cliente faz um Pix para o estabelecimento ou banco e retira o dinheiro em espécie. Já no Pix Troco, é possível receber dinheiro em espécie durante o pagamento de uma compra. O interessado faz um Pix no valor total da compra e mais o valor que deseja receber em dinheiro para o estabelecimento, que devolve essa diferença paga a mais. Segundo o BC, entre dezembro do ano passado e setembro deste ano, foram realizadas 1.848.485 transações considerando as duas funcionalidades, movimentando um total de R$ 241,1 milhões. O número é considerado baixo perto do volume total de transações do Pix, que apenas em setembro de 2022 movimentou R$ 880,182 bilhões, em 1,921 bilhão de transações. Apesar da baixa adesão até o momento, de acordo com a autarquia, os números têm melhorado aos poucos em um movimento crescente mês após mês. Na comparação entre o uso do Pix Saque e do Pix Troco, o Saque tem um desempenho muito superior ao Troco. Em setembro, por exemplo, o Saque movimentou R$ 51.492.032 em 390.510 transações, enquanto o Troco, no mesmo período, transacionou R$ 524.577 em 4.712 solicitaçõe.



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